Crianças e adolescentes enfrentam desafios emocionais crescentes: sofrimento silencioso, respostas reativas em casa e na sociedade, pais despreparados, dependência tecnológica, medo de não pertencer e estar por fora, excesso de estímulos e conflitos que transbordam das redes para a vida real.
Vivemos uma era de insegurança emocional, comparações constantes e pouca orientação.
Dentro da escola, essas tensões se acumulam: regras, horários, convivência intensa, demandas acadêmicas e dezenas de jovens com diferentes maturidades emocionais convivendo no mesmo espaço.
É onde lágrimas silenciosas, explosões de raiva e desligamentos acontecem — muitas vezes ao mesmo tempo.
Sem apoio e ferramentas adequadas, professores e alunos ficam expostos a crises frequentes. A escola se torna emocionalmente instável, sobrecarregada e constantemente “apagando incêndios”.
Situações pequenas viram conflitos grandes. Relações se desgastam. O clima escolar se deteriora.
A pressão emocional está aumentando mais rápido do que a capacidade das escolas de lidar com ela. Cada dia sem preparo aumenta o risco de conflitos, sofrimento silencioso e queda no desempenho.
A escola precisa de ferramentas, não apenas boa vontade.
Crianças e adolescentes enfrentam desafios emocionais crescentes: sofrimento silencioso, respostas reativas em casa e na sociedade, pais despreparados, dependência tecnológica, medo de não pertencer e estar por fora, excesso de estímulos e conflitos que transbordam das redes para a vida real.
Vivemos uma era de insegurança emocional, comparações constantes e pouca orientação.
A pressão emocional está aumentando mais rápido do que a capacidade das escolas de lidar com ela. Cada dia sem preparo aumenta o risco de conflitos, sofrimento silencioso e queda no desempenho.
A escola precisa de ferramentas, não apenas boa vontade.
Dentro da escola, essas tensões se acumulam: regras, horários, convivência intensa, demandas acadêmicas e dezenas de jovens com diferentes maturidades emocionais convivendo no mesmo espaço.
É onde lágrimas silenciosas, explosões de raiva e desligamentos acontecem — muitas vezes ao mesmo tempo.
Sem apoio e ferramentas adequadas, professores e alunos ficam expostos a crises frequentes. A escola se torna emocionalmente instável, sobrecarregada e constantemente “apagando incêndios”.
Situações pequenas viram conflitos grandes. Relações se desgastam. O clima escolar se deteriora.
Crianças e adolescentes enfrentam desafios emocionais crescentes: sofrimento silencioso, respostas reativas em casa e na sociedade, pais despreparados, dependência tecnológica, medo de não pertencer e estar por fora, excesso de estímulos e conflitos que transbordam das redes para a vida real.
Vivemos uma era de insegurança emocional, comparações constantes e pouca orientação.
Dentro da escola, essas tensões se acumulam: regras, horários, convivência intensa, demandas acadêmicas e dezenas de jovens com diferentes maturidades emocionais convivendo no mesmo espaço.
É onde lágrimas silenciosas, explosões de raiva e desligamentos acontecem — muitas vezes ao mesmo tempo.
Sem apoio e ferramentas adequadas, professores e alunos ficam expostos a crises frequentes. A escola se torna emocionalmente instável, sobrecarregada e constantemente “apagando incêndios”.
Situações pequenas viram conflitos grandes. Relações se desgastam. O clima escolar se deteriora.
A pressão emocional está aumentando mais rápido do que a capacidade das escolas de lidar com ela. Cada dia sem preparo aumenta o risco de conflitos, sofrimento silencioso e queda no desempenho.
A escola precisa de ferramentas, não apenas boa vontade.
Desenvolvido para atender escolas de diferentes tamanhos e realidades, este programa oferece um conjunto de habilidades socioemocionais preventivas, mensuráveis e aplicáveis ao cotidiano escolar — e, acima de tudo, não é terapia. Seu foco é fortalecer a comunidade educativa antes que tensões se transformem em crises.
Inspirado na DBT – a Terapia Comportamental Dialética – e adaptado ao contexto brasileiro, o programa organiza 30 lições que ajudam professores a ensinar estudantes a reconhecer, compreender e equilibrar emoções com clareza e segurança. A estrutura é prática e baseada em evidências, permitindo que as escolas incorporem essas habilidades de forma consistente ao longo do ano.
Mesmo com sólida fundamentação científica, o material é simples de aplicar. E, ao orientar os alunos em autorregulação, os professores também se fortalecem — promovendo um ambiente mais estável, acolhedor e cooperativo, que melhora a convivência dentro e fora da escola, reduz conflitos, aproxima famílias e impacta positivamente o desempenho acadêmico.
Inspirado na metodologia internacional DBT STEPS‑A, o projeto foi adaptado para a realidade das escolas brasileiras por Mariana Dias, psicóloga especialista em regulação emocional e educação socioemocional.
O nosso programa é baseado nas quatro habilidades centrais da DBT, adaptado para o ambiente escolar, que prepara professores para ensinar seus alunos a lidar com emoções intensas, construir relações mais equilibradas e agir com consciência.
Aprender a focar no presente, observar pensamentos e emoções sem julgamento.
Na escola, ajuda alunos e professores a se concentrarem, ouvirem com atenção e responderem com calma.
Ensinar estratégias para atravessar momentos difíceis sem agir por impulso.
Reduz explosões emocionais, melhora a convivência e fortalece a resiliência nas situações de conflito.
Reconhecer e compreender as próprias emoções, desenvolvendo habilidades para equilibrá-las.
Favorece o aprendizado, a empatia e a autonomia emocional.
Aprender a se comunicar com clareza e respeito, mantendo relacionamentos saudáveis e limites adequados.
Melhora o diálogo entre alunos, professores e famílias.
A metodologia foi validada internacionalmente e adaptada por especialistas brasileiros para a realidade das nossas escolas — moderna, acessível e baseada em evidências científicas.
Cada lição combina teoria, prática e reflexão, em atividades simples e aplicáveis à rotina escolar.
Em toda escola, há uma diversidade invisível: alunos que aprendem, sentem e reagem de maneiras muito diferentes.
Enquanto a maioria dos estudantes consegue se autorregular com pequenas orientações, outros vivem intensamente suas emoções — e isso pode afetar o clima da sala, os professores e até o grupo inteiro.
Pesquisas de Mazza e Linehan mostram que, em qualquer ambiente escolar, os estudantes se distribuem em três níveis de complexidade emocional:
Casos complexos.
Estabilizar e Encaminhar.
Apoio externo.
Foco em pequenos grupos.
Equipe treinada.
Habilidades específicas.
Prevenção.
Habilidades para todos.
Melhoria dramática.
Implementar o projeto é equipar sua equipe para lidar com todos os tipos de alunos, desde os mais tranquilos até os mais desafiadores.
Os professores ganham autoconfiança: sentem-se preparados, seguros e competentes.
A escola ganha destaque e reputação: mostra que tem um protocolo claro, humano e eficaz para lidar com crises emocionais.
Os alunos ganham equilíbrio e pertencimento: aprendem a reconhecer e regular emoções, construindo relações mais respeitosas.
O ambiente escolar se transforma: menos conflitos, mais conexão, mais aprendizado.
Toda escola tem, neste momento, pelo menos um aluno crítico.
A diferença é o quanto a escola está preparada para acolhê-lo — sem perder o ritmo, o foco e a harmonia do grupo.
Com o nosso projeto, sua instituição não apenas gerencia crises: ela previne, educa e inspira.
Ao ensinar seus alunos a se autorregular, seus professores também aprendem a se autorregular — e isso muda tudo: o clima escolar, a saúde da equipe e a cultura da comunidade.
Capacite sua equipe para acolher e orientar todos os alunos, com segurança, empatia e resultados reais.
Forme professores preparados para ensinar o que há de mais valioso: o equilíbrio emocional.